segunda-feira, 26 de abril de 2010

A formação dos dirigentes do futuro

Interessante publicação do jornal O Povo na qual fiz parte esse mês!
Só hj tomei conhecimento dessa matéria, parabenizo Kamila Fernandes por abordar um tema tão importante e tão necessário para a reflexão e incentivo dos jovens à participação política. É preciso estar convencido para convercer e multiplicar os líderes do amanhã. Eu, que sou fruto da formação política do PSDB fortaleço com orgulho, a honra de ter tido a oportunidade de participar de tantos ricos momentos de aprendizagens. De laboratórios segui para a prática e hoje agradeço aos meus líderes pelos bons exemplos de continuar acreditando que os líderes tucanos do futuro darão segmento a boa prática política, a política do bem, a política da verdade, da ética, da coerência e do respeito!

Para nós, o futuro começa agora e se chama Juventude!

Formar novos líderes não é fácil. E isso não é exclusividade dos partidos mais conservadores, tidos como ``de direita``, geralmente menos atrativos para a juventude. Até na ``esquerda`` é forte a percepção de que são raros os jovens que demonstram algum interesse em entrar na vida pública. Ainda assim, os principais partidos políticos de Fortaleza buscam alternativas para crescer e consolidar, daqui alguns anos, líderes que venham preencher espaços hoje ocupados por nomes como Tasso Jereissati (PSDB), Ciro e Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (PT).
``Quando a gente fala com os jovens sobre o ingresso na política, já ouve logo um -vixe, eu detesto política-``, disse Kamyla Castro, da Juventude do PSDB. ``Mesmo na universidade, a maioria se preocupa só com a carreira, não há a vivência da universidade e do movimento estudantil que havia há algum tempo``, completa Isabel Cavalcante, da Juventude do Psol.
No PSB, partido que detém o poder no Ceará, Aírton Mendonça, presidente da Juventude do partido em Fortaleza, não percebe tantas dificuldades de renovação. ``Buscamos renovar com qualidade, mantendo a questão ideológica, e não para inchar o partido``, disse. O que não diminui a necessidade de, ao se pensar a formação de novos líderes, que isso aconteça na perspectiva de ``fazer diferente``.
``Não queremos errar nas mesmas coisas. Com certeza, no futuro, não será mais tolerada uma política conservadora, nem autoritária``, disse Mendonça.
Mas, a partir de um olhar de hoje, quem poderia ocupar os espaços que logo serão deixados por Luizianne, Cid, Tasso na vida pública? No PSDB, Kamyla aposta no deputado estadual Marcos Cals. ``Ele dá bastante exemplo para os jovens, é um cara respeitado, mas também muito simples, que rompe com velhos mitos por ser uma pessoa comum, acessível.``

No PSB, Mendonça acredita nos hoje desconhecidos, como ele mesmo e o presidente da Juventude do PSB estadual, Rafael Norões. ``Vamos começar a apresentar nossos nomes nas disputas e, quem sabe, consigamos o aval da população``. O partido conta ainda com personalidades bem conhecidas e com uma potencial vida política ainda longa, como o próprio Cid e seu irmão mais novo, Ivo Gomes.

No PT, as apostas passam por Waldemir Catanho, braço direito de Luizianne Lins, apesar de ainda ser desconhecido da população de um modo geral - o que poderá começar a mudar este ano, caso ele seja indicado a vice do governador Cid Gomes, como cogitam alguns petistas -, o vereador Guilherme Sampaio, e o ex-secretário do Desenvolvimento Agrário, Camilo Santana.

Em comum, todos têm um perfil parecido: a certa discrição, que os opõe diametralmente a personalidades fortes como as de Tasso e Ciro, por exemplo. ``Acho que uma experiência deixada pelo presidente Lula, apesar de todos os contras, é que ele não é tão grandioso, tão inabalável. Ele é como qualquer um de nós, comete falhas ao falar, é simples, o que abre espaço para um envolvimento maior com a sociedade``, disse Kamyla. ``Acredito que esse deva ser o perfil das futuras lideranças``.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Com a casa em ordem, Serra vai à luta

O decálogo do bom governante

O candidato José Serra elencou os dez mandamentos que, segundo ele, devem nortear a atuação de um bom presidente da República

1. Governar desde o primeiro dia Governo não é escola. O governante precisa entender a máquina pública para começar a administrá-la com eficiência logo que assumir o cargo

2. Formar uma boa equipe Levar gente competente para a administração, fixar metas claras e desestimular antagonismos corrosivos entre os membros do governo

3. Hierarquizar os problemas Tentar resolver todos os problemas ao mesmo tempo é impossível. É preciso elencar prioridades
4. Gastar o dinheiro público com austeridade É preciso cortar desperdícios para poder fazer mais investimentos caberem dentro do Orçamento
5. Não atender a indicações políticas Quem escolhe os ministros e os dirigentes das estatais é o presidente, e não os partidos de sua base ou grupos de parlamentares
6. Prestigiar o Legislativo no Orçamento Liberar as boas emendas de parlamentares, sem tratar os opositores como inimigos, nem os aliados como subalternos

7. Cooperar com outras esferas de governo Ninguém deixa de "faturar" politicamente com uma obra por reconhecer a participação de outros políticos que colaboraram com o projeto

8. Saber conciliar interesses Mas também enfrentá-los de maneira explícita e dentro da lei quando o interesse público se sobrepuser

9. Pôr em prática o ativismo estatal Rejeitar a falsa escolha entre o estado paternalista e obeso e o estado da pasmaceira

Revalorizar a produção "Mercado" não pode significar apenas o mercado financeiro internacional. É preciso ouvir todos os mercados, incluindo o agrícola, o industrial e o de serviços

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Delegação do Ceará fortalece pré-lançamento de José Serra

A Delegação do Ceará participa da pré-candidatura do presidenciável José Serra. O Encontro Nacional do PSDB é neste sábado (10) às 9h, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.


A comitiva cearense comparece ao evento a fim de fortalecer e fundamentar a pré-candidatura do tucano José Serra à Presidência do Brasil.

A grande mobilização foi organizada pelo Diretório Estadual, no comando do Presidente Marco Penaforte. Ela é integrada por quase 200 pessoas. A delegação é formada por lideranças de todo o Estado, vereadores, prefeitos e deputados, além do PSDB Mulher, Juventude PSDB do Ceará e Executiva Estadual.

O Senador Tasso Jereissati também estará presente para apoiar e garantir a pré-candidatura do ex-governador de SP, José Serra. Eu já tô aqui em Brasília no movimentooo...

O Encontro terá como inovação a transmissão ao vivo pela internet. O objetivo é ampliar e incentivar a participação do eleitor na elaboração da pauta política através das redes sociais como Twitter, Orkut, You Tube e Facebook. Veja o cronograma do Encontro Nacional aqui.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Bolsa-Família e eleição

Petistas tentam impedir ampliação do Bolsa Família - Governo quer mesmo é dificultar o crescimento social do jovem brasileiro!

Todo incentivo adicional para a criança de família de baixa renda estudar e procurar melhorar seu aprendizado é uma boa ideia, mesmo quando proposto por adversários, admitiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao avaliar favoravelmente o projeto de lei de iniciativa da oposição que cria um novo benefício, no programa Bolsa-Família, para os alunos de 6 a 17 anos que tiverem bom desempenho escolar. O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Educação do Senado. Desse modo, o presidente reconhece o papel da oposição no aperfeiçoamento dos programas do governo, embora tenha cobrado dela que aponte também a fonte de recursos. Nem todos no seu partido, porém, pensam como ele.
É difícil entender a posição assumida pela líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que votou contra o projeto. Mais difícil é entender a explicação que ela deu para seu voto: a criação do benefício, segundo ela, constitui uma crueldade contra a criança, que, na sua estranha interpretação do projeto, "passa a ser responsável pela renda maior da família".
"Quando você coloca essa questão do rendimento escolar no Bolsa-Família, como quer o senador Tasso Jereissati (do PSDB do Ceará e autor do projeto), você joga nos ombros da criança a responsabilidade de levar dinheiro para casa, e pode gerar situações de maus-tratos, de conflito, se a criança não corresponder à expectativa das famílias", disse a senadora petista ao jornal O Globo.
Há uma notória motivação político-eleitoral na estapafúrdia ilação da líder do governo no Congresso. O governo vem tentando transformar o Bolsa-Família numa das principais bandeiras da campanha de Dilma Rousseff à Presidência, e, embora o programa tenha sido originalmente adotado no governo de Fernando Henrique Cardoso (do PSDB) como Bolsa-Escola, o PT não admite que essa bandeira tenha marcas da oposição. Se for de autoria de oposicionistas, não importa a qualidade da proposta. E esta ? que não se limita a ampliar os benefícios do Bolsa-Família, mas procura melhorar o nível do aprendizado, ao estabelecer uma regra que estimula o bom desempenho dos alunos ? é de autoria de um senador da oposição.
É claro também que a oposição tem interesse político na questão. Ao restabelecer uma forma de condicionar o benefício do Bolsa-Família ao desempenho escolar, o PSDB quer criar um vínculo entre o programa atual e o do governo anterior, como admitiu Jereissati. Ou seja, a oposição quer deixar claro que a verdadeira origem do programa Bolsa-Família é o programa Bolsa-Escola do governo do PSDB, o que o atual governo não quer admitir.
Os argumentos do senador cearense para defender seu projeto, porém, não são eleitorais. Ao criar um benefício adicional, mas condicionando seu pagamento a "resultados educacionais po sitivos obtidos em avaliação oficial", o projeto reintroduz no programa de transferência de renda o critério do desempenho escolar. O efeito, além do aumento de renda da família, pode ser a melhoria do ensino. "Com um incentivo concreto, os estudantes procurarão aprimorar suas relações com a escola e com os professores", justificou Jereissati. "Mais estimulados pelo interesse dos alunos, os professores tenderão a se envolver com a causa desse alunado."
O programa atual exige que as famílias beneficiadas matriculem nas escolas seus filhos em idade escolar, mas não impõe nenhuma condição vinculada à qualidade do aprendizado, pois considera suficiente a comprovação da frequência às aulas. Isso tem alimentado as críticas dos que veem no Bolsa-Família "uma ação paliativa que não promove educação de qualidade", como disse o senador Papaléo Paes (PSDB-AP), que relatou o projeto na Comissão de Assuntos Sociais. Daí, como justificou Jereissati , a necessidade de aprimorá-lo.

Se a medida é boa, como reconheceu o presidente e reconheceram também outros três senadores do PT que integram a Comissão de Educação e votaram a favor do projeto ? que agora será examinado pela Câmara ?, ela deve ser aprovada e colocada em prática, não importa qual seja sua autoria. Nesse caso, a oposição pode ter ganhos políticos e eleitorais, mas quem mais ganha é a sociedade, sobretudo a parcela mais pobre, que os petistas dizem defender. Mas alguns deles não conseguem entender isso.

Editorial - Jornal O Estado de S.Paulo - Edição de 8 de Março

Mulheres: Nosso dia é todo dia!!!

Que nossa garra seja exemplo de força para todos os homens entenderem que nosso dia é todos os dias!! Parabéns moçada!!!

“O Poder revela quem somos”, diz pesquisador

Interessante artigo da revista Época dessa semana. Um verdadeiro alerta para os efeitos do poder. Grande exercício de consciência para os diversos setores que envolvem essa grande arma humana principalmente na esfera política. Que o texto abaixo, traga o despertar de atitudes para o zelo com o ser humano, pois o poder passa e o melhor da vida não é ser reconhecido pelo que tá representando e sim que pelo que se representa sempre!

“Dizer que o poder corrompe é um antigo chavão. A novidade é que esse velho axioma acaba de ser comprovado cientificamente em um trabalho de pesquisadores da Kellogg School of Management, nos Estados Unidos. Após uma série de testes comportamentais com voluntários, eles demonstraram como o poder costuma, em geral, mudar as pessoas para pior. Em testes, os poderosos não só trapaceavam mais, como se mostravam mais hipócritas ao se desculpar por atitudes que condenavam nos outros. “Os poderosos acreditam que devem ser excluídos de certas regras”, afirma o psicólogo social Adam Galinsky, professor de ética e decisões em gerência da Kellogg School of Management e um dos autores do estudo.
O poder corrompe?

Adam Galinsky – Sim, corrompe. Basicamente, apesar de o poder deixar as pessoas no centro das atenções, de estarmos todos olhando para as autoridades, os poderosos se sentem psicologicamente invisíveis. E, por causa dessa sensação de invisibilidade, eles se permitem agir de maneiras imorais, ao passo que outras pessoas não agiriam assim por medo de punição. É como se ficassem à vontade para preencher suas mais íntimas necessidades. Uma das comparações de que gosto de fazer é a história do Senhor dos Anéis. No momento que ele põe o anel, fica invisível e age mal. O poder é esse anel.

Como o senhor constatou isso?

Fizemos vários experimentos. Um deles foi com um jogo de dados. Dividimos os voluntários para a experiência em dois grupos: os muito poderosos e os pouco poderosos. Isolamos os grupos em um cubículo. Dissemos a cada um que eles ganhariam bilhetes para uma loteria conforme os pontos obtidos ao jogar os dados, que poderiam variar de 0 a 100. A média esperada era de 50 pontos. O grupo pouco poderoso anunciou ter obtido um resultado de 59 pontos, enquanto o grupo muito poderoso disse ter obtido 70 pontos. A conclusão é que o grupo pouco poderoso pode ter trapaceado com os dados, mas o muito poderoso trapeceou muito mais para conseguir mais bilhetes de loteria.

O senhor diria que a melhor s maneira de testar a identidade moral de um indivíduo é dar poder a ele?

Sim, porque o poder não apenas muda a pessoa, mas revela quem ela é de verdade. Podemos afirmar, a partir dessa pesquisa, que a experiência do poder provoca certas mudanças no ser humano – e a maior é torná-lo hipócrita.

A pesquisa chega a essa conclusão a partir de questões que envolvem superfaturar despesas de viagem ou ultrapassar o limite de velocidade. Quem faz isso está mais propenso a se tornar corrupto se chegar ao poder?

Em média, muitas pessoas, quando investidas de poder, tornam-se mais mesquinhas, afrouxam seus padrões éticos. Você está me fazendo uma pergunta diferente: se as pessoas que agem sem ética provavelmente se corromperiam no poder. “Provavelmente”, é a minha resposta.

Por que o senhor afirma que os poderosos, quando flagrados, mostram-se pouco arrependidos?

Por causa de um processo psicológico mostrado na pesquisa: os poderosos acreditam, de fato, que eles devem ser excluídos de certas regras e padrões aplicados aos demais. Ou então eles apresentam justificativas psicológicas para ter agido como agiram.

Executivos e políticos mostram-se incomodados quando o senhor comenta com eles esse tipo de comportamento?

Quando estão fora do poder, as pessoas dizem: “Eu nunca agiria dessa forma”. Temos a tendência de acreditar que não temos a mesma vulnerabilidade e que não corremos os mesmos riscos dos outros. Mas a verdade é que, investidos de poder, muitos mudam. Somos suscetíveis. A pesquisa mostra, sistemática e cientificamente, que não só as pessoasagem imoralmente quando podem, como elas se tornam hipócritas. Defendem padrões comportamentais mais rígidos para os outros do que para si mesmas. Foi o caso do governador de Nova York, Eliot Spitzer, que traiu a mulher com uma prostituta. Veio à tona depois que ele, como procurador-geral do Estado, combatia a prostituição. É nesse ponto que os poderosos caem do pedestal e a sociedade se revolta. Se eles apenas agissem mal, seria ruim, mas ainda por cima pregar o contrário do que fazem… A hipocrisia revolta. Vocês, por exemplo, têm um governador preso por obstruir a Justiça (José Roberto Arruda, governador afastado do Distrito Federal). Um governador é alguém que defende leis e comportamentos para a sociedade. Quando um político age assim, é mais revoltante do que executivos de empresas – porque executivos não necessariamente posam de modelo comportamental para os outros.

Nessa era de Big Brothers, em que câmeras revelam até gestos das autoridades em lugares onde elas pensam estar protegidas, não é mais difícil agir de forma hipócrita?

Não é uma questão de ser vigiado, mas de se sentir conectado à coletividade e obrigado a prestar contas aos outros. Mera vigilância nem sempre é eficaz e tende a dissipar seu efeito com o tempo, porque não é um processo que internaliza no indivíduo essa noção de que ele deve se explicar.

No Brasil existem cortes judiciais e celas especiais nos presídios para políticos, pessoas com nível universitário e autoridades. Isso reforça a crença de que os poderosos são pessoas diferentes?

Essa é uma questão mais complicada. Se as cortes especiais forem mais lenientes, daí você reforça o problema do tratamento especial. Se esses julgamentos forem mais rápidos e defender altos padrões éticos e legais para os poderosos, podem servir para reforçar que ninguém está acima da lei. É muito fácil para as pessoas que conquistaram certos postos atuar pelo bem delas mesmas, em vez de trabalhar pela coletividade, que as colocou lá. Costumo dizer em minhas aulas que é preciso criar algemas para os honestos: como podemos garantir que ninguém se sinta tentado a trapacear? Por isso eu nunca dou provas para fazer em casa. A tentação para fazer consultas é enorme.

A punição é capaz de conter essa tendência humana de agir mal?

O melhor caminho é fazer com que os poderosos tenham de prestar contas. O Congresso tem de fiscalizar seus políticos, o governo e dividir o poder com eles. Os processos decisórios têm de ser transparentes. Os políticos têm de estar na vitrine da sociedade, bem visíveis. No mundo dos negócios, os altos executivos também têm de ser monitorados pela diretoria, pelos conselhos. Se a diretoria for uma rede formada por “mais dos mesmos”, ou seja, por indivíduos poderosos com o mesmo padrão comportamental, aí ela não exerce sua função de controlar o presidente, que se sente, por isso, invisível para os demais. Isso resulta em histórias parecidas com as da Enron e da World Com (empresas que faliram em 2001 em meio a graves escândalos de corrupção). O combate à falta de ética e à imoralidade passa pela divisão de poder. O Executivo tem de precisar do Legislativo, porque aí há um equilíbrio quase natural de forças.

O senhor ficou surpreso com algum resultado de suas experiências?

Não, mas, se num experimento comportamental em que o poder não é uma força real acontece isso, imagine no mundo real, onde as pessoas lidam com o poder de verdade?

*Adam Galinsky é americano, 41 anos, é Ph.D. em psicologia social pela Universidade Princeton. Professor de ética e decisões em gerência da Kellogg School of Management, nos Estados Unidos. Publicou mais de 75 artigos científicos. É coautor do estudo Power increases hypocrisy (O poder aumenta a hipocrisia).


(Revista Época)

terça-feira, 2 de março de 2010

Senado aprova benefício extra do Bolsa Família proposto por Tasso

De Adriana Vasconcelos, de O Globo:
A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira o projeto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) que prevê aumento do benefício do Bolsa Família de acordo com o desempenho educacional das crianças. O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse que o projeto é importante para o partido.

- É um benefício que amplia e melhora o Bolsa Família. Será um argumento importante para luta futura do PSDB - disse Sérgio Guerra.
- (O projeto) vincula o PSDB ao Bolsa Família e à educação - afirma Tasso.
O Bolsa Família é a grande bandeira do governo para a campanha eleitoral. O programa virou alvo de disputa política entre governo e oposição. Os tucanos advertem que o principal programa social do atual governo nada mais é do que o Bolsa Escola, criado na gestão de Fernando Henrique Cardoso.
O projeto foi aprovado em caráter terminativo, dispensando, portanto, a votação em plenário. Segue agora para a Câmara.
A proposta prevê o pagamento de um novo benefício para as famílias cadastradas no Bolsa Família voltado especificamente para as crianças que alcançarem boas notas.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2000inove showw!!! 2010 melhor ainda!!!



Amigosss,

2000 inove começa a dar os últimos suspiros de existência e já me dispeço desse maravilhoso ano com muta alegria pedindo à Deus que as metas seguidas continuem na mesma direção. Desde saúde, trabalho, família, amigos, intelecto, relacionamentos... Tudo tem sido muitoooo satisfatório, não tenho do que reclamar, só agradecer de verdade! Hoje sou uma Kamyla diferente, por fora e por dentro, uma Kamyla melhor, uma Kamyla mais pé no chão, uma Kamyla mais confiante em tudo na vida!

Espero que 2010 seja melhor ainda! Vou fazer de tudo para que seja mesmoooo!!! Vamos viver a vida!!

Que somente coisas boas nos aconteçam e que as realizações alcançadas sejam apenas sementes para serem colhidas com maior sucesso em 2010!

Super beijo de coração!